SE VOS AMARDES UNS AOS OUTROS COMO EU VOS AMEI...
Jesus foi o maior enviado que Deus mandou à Terra para transmitir aos homens a sua Palavra, o seu Verbo, com o objetivo de educar a humanidade para que ela pudesse ascender espiritualmente, realizando a grande transformação moral que deveria operar em si mesma no correr dos evos. João Evangelista compreendeu admiravelmente a missão messiânica de Jesus quando o chamou de “o Verbo de Deus encarnado”.
Ele veio, portanto, trazer aos homens todos a “Palavra de Deus” que foi a revelação de uma DOUTRINA NOVA, a DOUTRINA DE AMOR que ensejaria aos homens a mudança radical da sociedade, através da modificação comportamental dos homens, um a um, e, nessa mudança individual a transformação de toda a humanidade.
A sua doutrina é a do AMOR, naturalmente de um amor diferente daquele vivido pelos homens daquele e do nosso tempo. Era, e é, um AMOR diferente o que ele ensinava, totalmente despido do egoísmo: eu amo para que tu me ames. Não, com Jesus, o amor é dínamo transformador: eu te amo para que te tornes melhor e mais feliz. O meu desejo é este: que tu sejas melhor a cada dia, mesmo que não me ames. Era o que Ele ensinava sem palavras. Ele simplesmente amava, sem cobranças, sem exigências, sem imposições, sem barganhas; Ele simplesmente amava aceitando cada um e todos como eram. Jesus, que era a Palavra de Deus, ensinava o amor que era a manifestação de Deus, porque Deus é Amor.
Judas o traiu. Nenhuma queixa, nenhuma acusação, apenas perdão. Pedro o negou por três vezes no pátio de Caifás; nenhuma censura. Esbofeteado pelos adversários gratuitos, nenhum revide; condenado pelo Sinédrio ou Sanhedrin, nenhuma blasfêmia; julgado por Roma, por intermédio de seu representante na Judéia, Pôncio Pilatos, nenhum queixume. Era a Misericórdia, a manifestação maior do Amor, em não se queixando de ninguém e a todos perdoando. A Sua grandeza moral se tornava visível, e o Seu Amor transcendia a tudo e a todos dominava, quando, reunindo suas forças físicas na Cruz, bradou, para que todos O ouvissem: “Perdoai-lhes Pai, eles não sabem o que fazem”. O soldado romano que participara da sua crucificação, comovido até às lagrimas, disse: “Este homem era verdadeiramente o Filho de Deus”.
Jesus não era, naquele instante, tão-somente, “o verbo encarnado”. Era também o Amor Divino que se fazia visível aos homens todos, mas percebido por aqueles que já possuíam em seus corações a chama nascente do amor que transcende as pessoas para se manifestar nas outras.
No monte do Calvário se encontravam três crucificados: dois ladrões, Gestas e Dimas, e Jesus entre eles. Gestas blasfemava, enquanto Dimas o recriminava, dizendo que eles ali se encontravam por merecimento, enquanto Jesus nada fizera a não ser o bem( como é difícil fazer o bem e ser compreendido pelos que ainda não aprenderam a fazê-lo). Dimas, de vida equivocada, guardava, no entanto, em seu coração a chama do amor que sabe compreender.
Os adversários de Jesus de todos os tempos, inclusive os de hoje, não foram capazes de entender a grandeza moral que Ele demonstrou durante toda a Sua vida, principalmente diante da dor e do sofrimento. Para enfrentar a adversidade, o sofrimento e a dor, sem desesperação e revolta, aquele, que se encontra em sofrimento, necessitará de uma coragem e grandeza espirituais incomuns. Covardes somos todos nós os que nos entregamos ao desespero diante da adversidade.
“Amai-vos uns aos outros”, conclama Jesus. Amemo-nos, assim como Ele nos amou e nos ama, aceitando-nos como nós somos. Aceitemos os nossos semelhantes como eles são, sem críticas ou recriminações, buscando ver as suas qualidades e esquecendo os seus defeitos; não os critiquemos e nem busquemos ver tão-somente as suas imperfeições.
Individualmente, deveremos nos analisar, a fim de nos conhecermos melhor, e, conhecendo as nossas fraquezas, tratemos de erradicá-las de nós para nos tornarmos melhores. Não devemos aceitar os nossos defeitos, acomodadamente. Ao contrário, deveremos buscar erradicá-los de nós, para que, a cada dia nos tornemos criaturas melhores.
Aceitar os defeitos alheios é nossa obrigação, e é diferente de aceitarmos os nossos. Quando conquistarmos a paciência, a compreensão, a tolerância, aceitando o nosso semelhante como ele é na realidade, certamente que já teremos avançado muito em nossa evolução espiritual e estaremos começando a amarmos-nos uns aos outros, e nisto todos verão que somos discípulos de Jesus.
O verdadeiro discípulo de Jesus é aquele que ama como Ele amou, e não o fato de pertencermos a essa ou aquele religião cristã. O amor que se expande a benefício do outro é o que eleva o homem na direção de Jesus, sob as bênçãos do Pai.
Individualmente, deveremos nos analisar, a fim de nos conhecermos melhor, e, conhecendo as nossas fraquezas, tratemos de erradicá-las de nós para nos tornarmos melhores. Não devemos aceitar os nossos defeitos, acomodadamente. Ao contrário, deveremos buscar erradicá-los de nós, para que, a cada dia nos tornemos criaturas melhores.
Aceitar os defeitos alheios é nossa obrigação, e é diferente de aceitarmos os nossos. Quando conquistarmos a paciência, a compreensão, a tolerância, aceitando o nosso semelhante como ele é na realidade, certamente que já teremos avançado muito em nossa evolução espiritual e estaremos começando a amarmos-nos uns aos outros, e nisto todos verão que somos discípulos de Jesus.
O verdadeiro discípulo de Jesus é aquele que ama como Ele amou, e não o fato de pertencermos a essa ou aquele religião cristã. O amor que se expande a benefício do outro é o que eleva o homem na direção de Jesus, sob as bênçãos do Pai.
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